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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-06T18:00:02Z
dc.date.available 2025-03-06T18:00:02Z
dc.date.issued 1954-09-18
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7453
dc.description.abstract Analisa a morte de Getúlio Vargas, contestando a acusação de que a oposição fosse responsável pelo suicídio do presidente. Ele refuta a ideia de que a oposição, que pedia a renúncia de Vargas, teria causado o trágico fim, afirmando que a renúncia, por si só, não levaria ninguém ao suicídio, mas sim a pressão de eventos internos e circunstâncias graves que envolviam a política e a situação do país. Destaca que o que motivou a morte de Vargas foi uma série de fatos e circunstâncias difíceis, muitas das quais ligadas a seus familiares e colaboradores. Ele critica aqueles que transferem a culpa para a oposição e as Forças Armadas, afirmando que a responsabilidade verdadeira recai sobre aqueles que criaram ou permitiram o ambiente insustentável que levou Vargas a se ver em uma situação de "lama", como ele mesmo relatou. Também denuncia o discurso de figuras como Gustavo Capanema, que elogiou o sacrifício de Vargas, utilizando a morte para benefício político. Ele defende que a verdadeira culpa pela morte de Vargas deve ser atribuída aos que, dentro de seu círculo próximo, criaram as condições que culminaram no suicídio, e não àqueles que apenas pediam sua renúncia. Conclui com uma crítica ao uso político da morte de Vargas, afirmando que isso alimenta a paixão política e desvia a atenção dos verdadeiros responsáveis. pt_BR
dc.subject Suicídio; Getúlio Vargas; Oposição; Renúncia; Responsabilidade; Morte; Política; Circunstâncias; Família pt_BR
dc.title O Suicídio (1954-09-18) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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