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Microscópio: O Dever da Verdade (1954-10-20)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-06T18:24:18Z
dc.date.available 2025-03-06T18:24:18Z
dc.date.issued 1954-10-20
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7464
dc.description.abstract Defende que a Nação tem o direito e a necessidade de conhecer a própria desgraça, especialmente em tempos de crise. Em um regime democrático, é fundamental que o governo revele a verdade sobre a situação do país, sem omissões. Quando as coisas estão bem, a necessidade de conhecimento da realidade é menor, mas em tempos difíceis, o povo precisa estar ciente dos problemas que enfrenta, pois serão chamados a fazer sacrifícios. O governo, ao esconder a verdade, age de maneira desonesta e perigosa, assumindo a responsabilidade por um fracasso futuro. Compara o governo a um médico que, ao tratar um moribundo, não revela a gravidade do quadro à família, causando um desfecho ainda mais trágico. Ele sugere que, mesmo que a revelação da verdade cause um grande abalo, ela é necessária para que o povo compreenda a seriedade da situação e aceite as medidas necessárias, por mais difíceis que sejam. Recomenda que o presidente da República, Café Filho, exponha claramente a gravidade do país, sem suavizar os fatos, já que ele não tem responsabilidade pela administração anterior. A honestidade e a clareza são, para Pilla, a melhor forma de enfrentamento da crise. pt_BR
dc.subject Regime Democrático; Governo; Nação; Direito; Café Filho; Administração; Sacrifícios; Desonestidade; Perigo pt_BR
dc.title Microscópio: O Dever da Verdade (1954-10-20) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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