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Microscópio: Alquimistas (1954-10-23)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-06T18:37:36Z
dc.date.available 2025-03-06T18:37:36Z
dc.date.issued 1954-10-23
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7469
dc.description.abstract Reflete sobre a ilusão que muitos têm de que a moeda é, por si só, um valor, e que, portanto, seria possível criar riqueza apenas emitindo papel-moeda. Essa visão, similar à de alquimistas medievais que sonhavam em criar ouro, ignora o verdadeiro papel da moeda, que é apenas um símbolo do valor. A moeda não tem valor intrínseco, mas serve como meio de permutar riquezas. Quando se emite moeda em excesso sem respaldo, cria-se uma desproporção entre o símbolo e a realidade que representa, levando à inflação. A inflação ocorre quando o símbolo da moeda deixa de corresponder ao valor real que deveria representar, transformando-se em algo falso e perturbador. Compara essa prática à ideia equivocada do moto-contínuo, onde se imagina que é possível tirar energia do nada, sem necessidade de reposição. Da mesma forma, os emissionistas acreditam que podem criar dinheiro de forma ilimitada. Também menciona o professor Eugênio Gudin, que, ao assumir o Ministério da Fazenda durante o governo de Café Filho, se viu diante da tarefa árdua de ensinar essas noções fundamentais para muitos que não compreendem a economia. É uma crítica à falsa crença de que a simples emissão de moeda pode gerar riqueza, ressaltando a importância de compreender a realidade por trás da economia e do valor da moeda. pt_BR
dc.subject Moeda; Valor; Emissão; Riquezas; Símbolo; Inflação; Desproporção; Representação; Alquimistas pt_BR
dc.title Microscópio: Alquimistas (1954-10-23) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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