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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-06T19:09:40Z | |
dc.date.available | 2025-03-06T19:09:40Z | |
dc.date.issued | 1954-08-10 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7480 | |
dc.description.abstract | Aborda a gravidade do atentado contra o jornalista Carlos Lacerda, que resultou na morte do major Rubens Florentino Vaz. Ele destaca que o atentado não é apenas um ato de violência isolado, mas sim um reflexo de uma situação político-social extremamente tensa e perigosa no Brasil. Critica o caudilhismo, que se instalou no país desde 1930, e o descreve como um regime autoritário, pessoal e sem respeito pelas leis. Esse tipo de governo, segundo Pilla, recorre à violência e ao crime quando não consegue mais manter o controle sobre a oposição, como foi o caso do atentado. Aponta que o objetivo do ataque era silenciar Lacerda, mas, ao atingir o militar, o erro estratégico acabou resultando em uma crise ainda maior para o regime. Ele alerta que o caudilhismo getuliano está condenado e não conseguirá se perpetuar, sugerindo que Getúlio Vargas deveria entregar o poder ao seu substituto legal para evitar danos maiores ao país. Conclui que a queda do regime é iminente, pois a força que sustenta o caudilhismo está enfraquecida e o governo está em sua mais grave crise | pt_BR |
dc.subject | Atentado; Carlos Lacerda; Violência; Caudilhismo; Governo Autoritário; Getúlio Vargas; Substituto Legal | pt_BR |
dc.title | A Crise do Caudilhismo (1954-08-10) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |