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Reações do Desespero (1954-08-17)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-06T19:16:08Z
dc.date.available 2025-03-06T19:16:08Z
dc.date.issued 1954-08-17
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7483
dc.description.abstract Critica a defesa do governo de Getúlio Vargas por parte do Partido Trabalhista, especialmente nos comícios em apoio à sua permanência no poder. Argumenta que, embora o apoio a Vargas seja esperado devido à sua posição e ao momento político, as justificativas usadas são falaciosas. Ele refuta a ideia de que Vargas foi eleito por uma maioria absoluta do povo, esclarecendo que, apesar de ser o mais votado, ele não obteve a maioria do eleitorado, sendo sua ascensão ao poder um reflexo de falhas na Constituição Federal. Aponta que o apoio da maioria não confere direitos absolutos, e questiona a moralidade de sustentar um governo caracterizado por desmandos e escândalos. Ele ainda discute a legitimidade do uso da Constituição para justificar a permanência de Vargas, enfatizando que o próprio texto constitucional permite a renúncia ou afastamento do presidente. Pilla defende que a moralidade, que se sobrepõe à Constituição e à democracia, exige que Vargas entregue o governo ao seu substituto legal, como forma de preservar a ordem e a justiça. A invocação de argumentos de democracia e constituição pelos trabalhistas, segundo Pilla, é inadequada e desonesta. Ele conclui com a esperança de que Getúlio Vargas compreenda a necessidade de renunciar e permitir a transição do poder. pt_BR
dc.subject Partido Trabalhista; Getúlio Vargas; Constituição; Democracia; Renúncia; Moralidade; Afastamento; Eleições; Desmandos; Legalidade pt_BR
dc.title Reações do Desespero (1954-08-17) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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