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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-06T19:18:24Z | |
dc.date.available | 2025-03-06T19:18:24Z | |
dc.date.issued | 1954-09-01 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7484 | |
dc.description.abstract | Analisa a prática dos despachos coletivos que o presidente Café Filho pretende restabelecer, algo negligenciado por Getúlio Vargas e Eurico Gaspar Dutra. Para Pilla, essa prática, caracterizada por reuniões frequentes com ministros, é salutar para um governo eficiente, pois promove a unidade e a coordenação. Ele observa que, quando o governo é excessivamente pessoal, como nos casos dos dois presidentes anteriores, o poder acaba sendo concentrado nas mãos de uma só pessoa, reduzindo os ministros a meros assistentes. Enfatiza que, em um regime presidencialista, mesmo com a grande capacidade de um presidente, a complexidade dos problemas nacionais exige uma ação coletiva para assegurar que as decisões sejam bem coordenadas. A ausência dessa coordenação, observada nos governos de Vargas e Dutra, resulta em um governo que carece de um ponto de vista mais amplo e seguro. Apesar de criticar o presidencialismo, Pilla reconhece que, até que uma reforma seja implementada, o restabelecimento dos despachos coletivos será um paliativo para minimizar os danos causados pela personalização do regime. Ele vê essa mudança como um passo para suavizar os efeitos do presidencialismo e preparar o país para uma futura transição mais eficiente e equilibrada. | pt_BR |
dc.subject | Despachos Coletivos; Getúlio Vargas; Eurico Gaspar Dutra; Café Filho; Governo; Unidade; Coordenação; Personalização; Sistema Presidencial; Gabinete de Ministros | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Transição (1954-09-01) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |