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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-07T11:01:54Z | |
dc.date.available | 2025-03-07T11:01:54Z | |
dc.date.issued | 1954-11-07 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7486 | |
dc.description.abstract | Critica a absurdidade do presidencialismo, destacando sua ineficiência diante de mudanças na composição do legislativo. O exemplo analisado é o dos Estados Unidos, onde o presidente Eisenhower, eleito com maioria republicana, perdeu essa base no Congresso após eleições legislativas. Para Pilla, essa situação gera um impasse: o executivo não pode governar plenamente, e o legislativo não tem poder para assumir o governo. O resultado é um governo paralisado ou submetido a concessões políticas sem uma política definida. Questiona se Eisenhower conseguirá negociar com a nova maioria democrata, dada sua trajetória pouco alinhada ao republicanismo tradicional. Ainda que isso ocorra, Pilla vê como inevitável a adoção de uma política híbrida, sem clareza programática. O problema, segundo ele, não está em indivíduos ou partidos, mas na estrutura do sistema presidencialista, que não prevê uma solução institucional para esse tipo de crise. Compara com o parlamentarismo, onde a nova maioria legislativa teria o direito e o dever de formar um governo coeso, garantindo uma transição ordenada. No presidencialismo, porém, o resultado é a imobilidade política ou um governo marcado por compromissos oportunistas. Para ele, isso demonstra que o sistema parlamentarista é mais simples, seguro e democrático, pois assegura que o governo sempre reflita a vontade da maioria eleitoral atual. | pt_BR |
dc.subject | Absurdo; Presidencialismo; Estados Unidos; Eisenhower; Congresso; Executivo; Legislativo; Democratas; Republicanos; Política definida | pt_BR |
dc.title | Microscópio: A Absurdez do Sistema (1954-11-07) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |