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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-07T11:09:52Z | |
| dc.date.available | 2025-03-07T11:09:52Z | |
| dc.date.issued | 1954-11-11 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7489 | |
| dc.description.abstract | Discute a suposta incompatibilidade entre o sistema presidencial e o voto proporcional, questionando a solução proposta por alguns: a abolição do voto proporcional em vez da substituição do presidencialismo. Para ele, essa incompatibilidade não é real e, mesmo que fosse, deveria ser resolvida com a mudança do sistema de governo, e não com a eliminação do mais justo instrumento de representação democrática. Argumenta que o voto proporcional é essencial para uma democracia representativa autêntica, pois permite a expressão de todas as correntes políticas, evitando que a maioria exerça um poder arbitrário. A exclusão de vozes minoritárias distorce o processo democrático da mesma forma que um pensamento individual se torna falho quando não considera todas as possibilidades. Ironiza os defensores do presidencialismo ao afirmar que o presidente, ao perder um apoio parlamentar automático, será forçado a negociar em vez de simplesmente ordenar, reduzindo assim seu poder despótico. Dessa forma, o voto proporcional acaba por melhorar o sistema presidencial, embora não corrija seus defeitos estruturais. Para um melhor funcionamento do sistema, Pilla sugere o restabelecimento da exigência da Constituição de 1891, que determinava a eleição do presidente por maioria absoluta, garantindo-lhe uma base parlamentar sólida e evitando crises políticas. | pt_BR |
| dc.subject | Presidencialismo; Voto Proporcional; Incompatibilidade; Representação Democrática; Constituição de 1891; Correntes Políticas | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Presidencialismo e Voto Proporcional (1954-11-11) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |