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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-07T12:02:31Z | |
dc.date.available | 2025-03-07T12:02:31Z | |
dc.date.issued | 1954-12-12 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7505 | |
dc.description.abstract | Critica a instabilidade e a falta de coerência nas posições políticas do eminente Gustavo Capanema, destacando a oscilação de suas ideias em relação à reforma política no Brasil. Inicialmente, Capanema parece apoiar a reforma constitucional com viés parlamentarista, mas, após a crise e o choque do suicídio do presidente, muda sua postura, defendendo agora um "presidencialismo puro", ou seja, a criação de uma ditadura presidencial. No entanto, a falta de aceitação de sua proposta o leva a buscar uma nova estratégia, agora focada em reformas dentro do presidencialismo. Ironiza a situação de Capanema, chamando sua postura de "bússola doida", pois suas propostas parecem mudar constantemente, sem uma direção clara. Critica a falta de substância nos argumentos de Capanema contra a emenda parlamentarista. Segundo Pilla, ele tenta destruir o sistema existente sem oferecer alternativas viáveis, deixando o país em um estado de confusão e incerteza. Também destaca que Capanema, embora excelente orador, prefere criar um clima de medo e insegurança através de confidências privadas, ao invés de defender suas ideias publicamente com consistência. No final, Pilla sugere que Capanema continua a servir ao poder pessoal, o que considera uma das principais causas da instabilidade e crise da República brasileira. | pt_BR |
dc.subject | Instabilidade; Capanema; Reforma Política; Parlamentarismo; Presidencialismo; Ditadura Presidencial; Incerteza | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Fiel À Vocação (1954-12-12) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |