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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-07T13:02:14Z | |
| dc.date.available | 2025-03-07T13:02:14Z | |
| dc.date.issued | 1955-01-05 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7522 | |
| dc.description.abstract | Analisa um artigo de J. Guilherme de Aragão, colaborador do Diário Carioca, que reconhece as vantagens do sistema parlamentar, observadas durante seus estudos na França. Aragão destaca que o parlamentarismo facilita a elaboração legislativa, estreita a cooperação entre os poderes e torna a responsabilidade governamental mais localizável e imediata. Para ele, o presidencialismo brasileiro sofre de falhas significativas, como a procrastinação das discussões legislativas e os conflitos frequentes entre os poderes, exemplificados pelo atrito entre o Poder Judiciário e o Executivo. Apesar de reconhecer essas vantagens do sistema parlamentar, Aragão defende que o problema brasileiro não é estrutural, mas sim de funcionamento. Ele sugere que, se o presidencialismo fosse adequadamente implementado, poderia gerar resultados semelhantes aos do parlamentarismo. A crítica central de Aragão é que a "máquina" do presidencialismo no Brasil, embora boa em teoria, nunca funcionou de maneira eficiente. Ele acredita que a solução está em fazer o sistema presidencial funcionar corretamente, uma tarefa que, segundo ele, poderia ser realizada com mais tempo e ajustes, mesmo após sessenta e cinco anos de tentativas frustradas. Pilla ironiza essa posição, questionando a viabilidade do presidencialismo brasileiro e sugerindo que a crítica de Aragão à Emenda Parlamentarista é, na prática, uma defesa do sistema presidencial, apesar de suas falhas evidentes. | pt_BR |
| dc.subject | J. Guilherme de Aragão; Sistema Parlamentar; Vantagens; Banco do Brasil; Elaboração Legislativa; Cooperação | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Um Presidencialista Parlamentarista (1955-01-05) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |