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Microscópio: Hegel Não Tem Culpa... (1955-01-15)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-12T13:28:48Z
dc.date.available 2025-03-12T13:28:48Z
dc.date.issued 1955-01-15
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7574
dc.description.abstract Analisa a entrevista de Daniel de Carvalho, um defensor do presidencialismo, publicada no "Correio da Manhã". Respeita a opinião de Carvalho, mas critica a conclusão de que o sistema presidencial, modificado pelas Constituições de 1934 e 1946, não precisa ser substituído. Carvalho argumenta que o presidencialismo falhou na América Latina, mas acredita que o sistema atual, embora disfuncional, é uma síntese válida entre o parlamentarismo imperial e o presidencialismo da República Velha. No entanto, Pilla aponta que, apesar da tentativa de adaptação, o sistema atual continua a não funcionar de forma eficaz, resultando em descoordenação entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Observa que a Constituição de 1946 falhou em resolver as questões do presidencialismo, mantendo a estrutura centralizada e pessoalista do governo. Critica a visão de Carvalho de que o sistema é uma síntese hegeliana entre duas fases anteriores do regime, argumentando que, ao contrário do pensamento de Hegel, a "síntese" brasileira não corrige os excessos das fases anteriores, mas perpetua os problemas do presidencialismo. A verdadeira solução, para Pilla, seria substituir o sistema presidencialista por uma forma mais eficiente de governo. Ele também destaca que Hegel não pode ser responsabilizado pelas falhas do sistema político brasileiro. pt_BR
dc.subject Daniel de Carvalho; Presidencialismo; América Latina; Sistema; Constituição de 1934; Constituição de 1946; Hegel pt_BR
dc.title Microscópio: Hegel Não Tem Culpa... (1955-01-15) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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