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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-12T13:53:13Z | |
| dc.date.available | 2025-03-12T13:53:13Z | |
| dc.date.issued | 1955-06-05 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7581 | |
| dc.description.abstract | Discute a proposta de reforma eleitoral apresentada por Afonso Arinos, destacando a dificuldade do sistema atual devido ao grande número de partidos e candidatos, além do personalismo que afeta o processo eleitoral. A legislação vigente permite uma multiplicidade de partidos, mas ao mesmo tempo enfraquece o poder partidário, favorecendo o voto individualizado e dificultando a escolha para os eleitores. Ele argumenta que, nas próximas eleições, a situação se simplifica, pois os cargos em disputa são majoritariamente executivos, o que reduzirá a quantidade de nomes na cédula e facilitará a escolha, mesmo para eleitores com baixa escolaridade. Também critica a defesa de alguns parlamentares sobre a preservação do direito de voto dos analfabetos, considerando-a uma justificativa falha. Ele observa que muitos eleitores, apesar de analfabetos, são fiéis a seus partidos e acabam sendo manipulados pelos cabos eleitorais. Para Pilla, é essencial enfrentar a reforma eleitoral de forma honesta e decidida, pois sem essa reforma, o risco de um golpe institucional seria iminente. Ele destaca que, para garantir a continuidade das instituições democráticas, a mudança no sistema eleitoral se torna uma necessidade urgente e inadiável. Sugere que a reforma é um passo fundamental para preservar a saúde do sistema democrático do país. | pt_BR |
| dc.subject | Afonso Arinos; Partido Majoritário; Emenda; Reforma Eleitoral; Cédula Oficial; Voto Proporcional; Partidismo; Constituição | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Dura Prova (1955-06-05) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |