Resumo:
Aborda a proposta de reforma parlamentarista como uma alternativa para melhorar o processo democrático brasileiro, especialmente diante das dificuldades da campanha presidencial em curso. Refuta a ideia de que há contradição em apoiar a reforma parlamentarista e ao mesmo tempo sustentar candidaturas à presidência, como sugerido por alguns críticos. Para ele, a reforma busca evitar as perturbações e os problemas da eleição presidencial, oferecendo uma solução mais segura para o país. Caso a reforma não seja possível, Pilla sugere que, dentro do sistema presidencial atual, se busque a solução mais adequada para evitar novos desastres políticos. Ele critica os argumentos de que a reforma seria uma provocação ao povo, já que, segundo ele, o povo passaria a governar de maneira mais eficiente, pacífica e democrática. Alerta que a verdadeira provocação é direcionada aos candidatos, que, ao se verem afastados da presidência, perderiam o controle sobre o país. Em sua análise, ele destaca que os interesses pessoais de alguns candidatos ainda se sobrepõem ao interesse coletivo e impessoal da nação, o que enfraquece a democracia e prejudica o bem-estar nacional.