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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-13T12:14:39Z | |
dc.date.available | 2025-03-13T12:14:39Z | |
dc.date.issued | 1955-07-24 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7606 | |
dc.description.abstract | Reflete sobre a crise política e institucional que o Brasil enfrenta, destacando o papel das Forças Armadas e da imprensa, particularmente o jornal Estado de São Paulo. Critica a postura autoritária do jornal, que sugere a correção da crise política por meio de força, argumentando que a solução não deve vir de um golpe militar, mas sim de uma reforma política conduzida pelos próprios partidos. Ele aponta que a crise de outubro e a instabilidade política derivam de uma falta de solução pacífica e institucional. Defende a reforma parlamentarista como uma alternativa viável para a resolução da crise eleitoral de 3 de outubro, considerando-a uma solução para evitar maiores desgastes e garantir a estabilidade política sem recorrer à força. No entanto, o Estado de São Paulo rejeita essa proposta, exaltando a intervenção das Forças Armadas ou a chegada de um “homem providencial” para corrigir os problemas do país. Lamenta essa visão, ressaltando que a verdadeira solução está em um processo democrático de reforma, seguindo os exemplos do passado, como a recomendação de Júlio de Mesquita. A tensão entre as opções políticas e autoritárias reflete o dilema do Brasil de então, onde as forças conservadoras ainda acreditavam no uso da força em vez de fortalecer as instituições democráticas. | pt_BR |
dc.subject | Forças Armadas; Crise Política; Saneamento; Partidos Políticos; Solução de Força; Autoritarismo; Padre Feijó; Júlio de Mesquita | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Força e Política (1955-07-24) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |