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Narra uma experiência com o serviço postal brasileiro que expõe uma série de deficiências no processo de entrega de correspondências. No domingo, 24 de julho, ele enviou uma carta expressa de Porto Alegre ao Rio de Janeiro, esperando que fosse entregue rapidamente, já que a viagem aérea entre as duas cidades poderia levar de uma a seis horas. Contudo, a carta só chegou ao destino na sexta-feira seguinte, cinco dias depois, o que demonstra a ineficiência do sistema. Observa a total falta de clareza no carimbo postal, que traz apenas a palavra "Porto", sem nenhuma data legível. Essa falha é vista por Pilla como um reflexo do descuido e da pobreza do serviço público brasileiro, comparado à precisão dos carimbos postais de outros países. Além disso, ele sugere que a ilegibilidade dos carimbos pode ser uma estratégia deliberada para evitar a comprovação de falhas no sistema. Conclui que, independentemente das intenções por trás dessa prática, o que importa é que ela revela um indicador claro da ineficiência dos serviços postais no Brasil. Também levanta uma crítica à falta de transparência e à negligência no funcionamento de setores essenciais para a comunicação e o funcionamento do país. |
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