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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-13T12:29:29Z | |
dc.date.available | 2025-03-13T12:29:29Z | |
dc.date.issued | 1955-08-09 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7612 | |
dc.description.abstract | Comenta sobre as críticas dirigidas ao discurso do General Canrobert, presidente do Clube Militar, destacando que, apesar das contestações, o essencial do discurso merece ser considerado. O general apontou a gravíssima crise política, social e moral que o Brasil enfrenta, e a necessidade de união entre os patriotas para resolver esses problemas. Ressalta que, embora a declaração de um chefe militar sobre a crise política possa parecer inadequada em um regime democrático, essa realidade é comum no contexto do presidencialismo latino-americano, onde intervenções militares se tornaram frequentes. Defende que a crítica é válida apenas se houver intenções patrióticas por trás dela. Enfatiza que, no momento, apenas um militar de grande categoria teria o poder de se comunicar de forma eficaz com a população, já que a retórica dos políticos e publicitas se mostrou insuficiente. O discurso de Canrobert é visto como uma advertência solene, que deve ser levada a sério. Argumenta que a proposta do general não é de uma união apenas formal em torno de um candidato comum, mas sim uma verdadeira união entre todos os cidadãos bem-intencionados. Esse esforço seria focado na urgente necessidade de reforma das instituições e costumes do país, com vistas a uma transformação profunda. | pt_BR |
dc.subject | General Canrobert; Clube Militar; Crise Política; Crise Social; Patriotas; Regime Democrático; Intervenção Militar; Sistema Presidencial | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Advertência Solene (1955-08-09) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |