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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-13T12:31:44Z | |
dc.date.available | 2025-03-13T12:31:44Z | |
dc.date.issued | 1955-08-07 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7613 | |
dc.description.abstract | Traz um forte argumento contra o sistema presidencialista, especialmente em relação à eleição popular do presidente da República. Critica a visão de que essa eleição seja um ato democrático por excelência, alegando que, na prática, o sistema transforma a escolha popular em um processo que elege um "ditador constitucional". Ele sustenta que o verdadeiro governo democrático permite que a opinião pública tenha influência constante sobre o poder executivo. Além disso, destaca os inconvenientes da campanha presidencial, como o alto custo financeiro. Ele menciona que, nos Estados Unidos, a influência do poder econômico nas eleições é tão grande que foi necessário criar legislação para tentar controlá-la. No Brasil, essa carga financeira é ainda mais pesada devido à pobreza do país. Observa que a democracia, quando paga de forma exorbitante, acaba sendo corrompida, não promovendo, assim, um governo genuinamente democrático. Também aponta práticas corruptas associadas ao presidencialismo, como os compromissos pré-eleitorais com empresários, conhecidos como "caixinhas", que são alimentados por dinheiro obtido de jogos de azar, contravenções e comissões de obras públicas. Para Pilla, essas práticas revelam o presidencialismo como uma fonte inevitável de corrupção política, devido à natureza das campanhas eleitorais, que acabam sendo financiadas por interesses privados, comprometendo a integridade do governo. | pt_BR |
dc.subject | Sistema Presidencialista; Eleição Popular; Democracia; Governo; Opinião Pública; Campanha Presidencial; Custo; Corrupção; Poder Econômico | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Corrupção Inevitável (1955-08-07) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |