Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-13T12:44:23Z | |
| dc.date.available | 2025-03-13T12:44:23Z | |
| dc.date.issued | 1955-08-14 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7618 | |
| dc.description.abstract | Critica a postura de alguns parlamentaristas que, embora tenham defendido a reforma parlamentar por um longo tempo, agora hesitam em aprová-la devido à campanha presidencial. Para Pilla, isso demonstra uma contradição, pois, se o sistema parlamentar é realmente vantajoso, nenhuma vitória eleitoral, independentemente do candidato, deveria ser colocada acima da necessidade de mudança do regime. Ele destaca que para os partidos políticos, a eleição de seus candidatos é priorizada, mas, para os parlamentaristas, a implementação do sistema parlamentar deve ser o objetivo maior, independentemente de quem vença a eleição. Reflete sobre a objeção de que a aprovação da Emenda Parlamentarista poderia entregar o governo a partidos como o PSD e o PTB. Ele questiona por que isso seria um problema, já que esses partidos possuem a maioria e demonstram capacidade de governar. A crítica, segundo Pilla, revela uma falta de confiança nas virtudes do sistema parlamentar. Ele sugere que, sob o novo regime, mesmo que um partido ocupe o governo, uma oposição capaz poderia garantir a fiscalização e impedir abusos de poder. Por fim, Pilla ressalta que o que está em jogo não é apenas a vitória de um candidato, mas a própria sobrevivência das instituições democráticas, que só poderiam ser garantidas com a adoção imediata da reforma parlamentar. | pt_BR |
| dc.subject | Sistema Parlamentar; Regime; Partidos Políticos; Eleição; Candidato; PSD; PTB; Instituições Democráticas | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Last. Not Least (1955-08-14) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |