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Observa que a ideia de um golpe, embora amplamente combatida, continua a ganhar força, e o mais paradoxal é que quanto mais se tenta refutá-la, mais ela parece se aprofundar. Ele alerta que a única forma eficaz de evitar um golpe é a adoção imediata da Emenda Parlamentarista, que já conta com uma maioria favorável na Câmara dos Deputados. Segundo Pilla, se a reforma for aprovada, a ameaça de golpe poderia ser dissipada em breve, e o Senado deveria concluir o processo, confirmando a mudança do regime. Entretanto, critica a posição da direção do partido majoritário, que tenta impor a rejeição da reforma aos seus representantes. Ele lamenta essa postura, pois, em sua opinião, os parlamentares não devem seguir ordens partidárias quando se trata de questões que envolvem o interesse maior da nação. Para Pilla, os representantes eleitos devem agir conforme sua consciência e servir aos supremos interesses do país, não aos ditames do partido. Enfatiza que, diante da gravidade da situação, ou o Congresso Nacional cumpre com seus altos deveres, aprovando a reforma, ou corre o risco de ver a própria existência da instituição comprometida. A urgência da reforma parlamentar, para Pilla, é clara e deve ser tratada como prioridade para garantir a estabilidade política e evitar um futuro golpe. |
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