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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-13T12:57:49Z | |
| dc.date.available | 2025-03-13T12:57:49Z | |
| dc.date.issued | 1955-05-19 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7621 | |
| dc.description.abstract | Aborda a análise de duas condições essenciais para a implementação do sistema parlamentarista, destacando a importância da abolição da representação proporcional e da permanência dos chefes da administração. Em resposta a uma visão equivocada comum, esclarece que o sistema de governo não deve ser confundido com o sistema partidário, embora possam influenciar-se mutuamente. Cita Maurice Duverger, constitucionalista francês, para afirmar que o sistema parlamentar pode funcionar adequadamente, seja com um sistema bipartidário, como na Inglaterra, ou multipartidário, como na Bélgica. Contudo, destaca que a presença de múltiplos partidos não é incompatível com o parlamentarismo, como alguns defendem. Argumenta que o presidencialismo, ao concentrar o poder executivo nas mãos do presidente, não pode lidar bem com a multiplicidade partidária de maneira democrática. Se o presidente não tem uma base parlamentar estável, ele poderá se utilizar do seu poder para dominar os partidos, resultando em um governo autoritário. A análise de Duverger também é citada, explicando que o multipartidarismo tende a fortalecer o governo em sistemas presidenciais, mas debilitar o parlamento. Conclui que, no Brasil, a contradição entre presidencialismo e multipartidarismo ainda não se manifestou devido à existência de um partido majoritário que exerce o poder, direta ou indiretamente. | pt_BR |
| dc.subject | Sistema Parlamentarista; Abolição; Representação Proporcional; Multiplicidade Partidária; Governo; Partidos; Maurice Duverger; Parlamento; Inglaterra | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Parlamentarismo e Representação Proporcional (1955-05-19) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |