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Analisa a recente votação na Câmara dos Deputados sobre o parlamentarismo, classificando-a como uma batalha indecisa. Embora os parlamentaristas tenham obtido maioria expressiva, a votação não resultou em uma decisão definitiva. No entanto, ele enxerga esse momento como preparatório para a vitória final. A votação marca o início de uma trégua aparente, já que a Emenda só poderá ser renovada na próxima sessão legislativa. No entanto, Pilla destaca que, mesmo sem novas ações dos parlamentaristas, os acontecimentos políticos continuarão a impulsionar a causa. Ele enfatiza que, além dos argumentos e da persistência dos defensores da reforma, os próprios fatos falam com "trágica eloquência", evidenciando a falência do regime vigente. Ele critica aqueles que se recusam a enxergar a crise, alertando que serão inevitavelmente arrastados pelas consequências. Prevê que a reforma virá impulsionada por um movimento de regeneração nacional. No entanto, ele adverte que os defensores do parlamentarismo têm o dever de orientar os acontecimentos, prevenindo aberrações políticas, comuns em um país carente de cultura e orientação política. Por fim, reforça que a trégua iniciada não é sinônimo de tranquilidade, mas um passo essencial para uma decisão definitiva no futuro. |
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