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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-14T11:19:22Z | |
| dc.date.available | 2025-03-14T11:19:22Z | |
| dc.date.issued | 1955-09-04 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7632 | |
| dc.description.abstract | Critica duramente o sistema eleitoral da chamada Terceira República, apontando um grave retrocesso em relação às conquistas democráticas anteriores. Ele lembra que a Primeira República caiu, entre outros fatores, pela falsidade do voto, enquanto a Segunda República estabeleceu um modelo eleitoral exemplar, com fraudes minimizadas e respeito ao princípio de um cidadão, um voto. Já na Terceira República, esse progresso foi quase totalmente desfeito. Ele denuncia a falta de sigilo do voto, permitindo que eleitores fossem encarcerados e conduzidos sob vigilância, além de um alistamento fraudulento, que transformou o título de eleitor em um mero "título ao portador". Outro problema grave é a existência de eleitores-fantasmas, ou seja, pessoas falecidas ou fictícias registradas como votantes. Segundo dados de 1954, o Brasil possuía 908.531 eleitores-fantasmas, um número incompatível com a população alistável. No Distrito Federal, em 1945, cerca de 40% dos votos foram considerados ilegais. Diante desses fatos, Pilla critica a resistência à reforma eleitoral, ressaltando que, em vez de progresso, houve um escandaloso retrocesso. Ele atribui parte da culpa à Ditadura do Estado Novo, que destruiu arquivos eleitorais e enfraqueceu o espírito da reforma eleitoral. Por fim, Pilla considera que o maior pecado dos líderes da Terceira República foi impor ao país um retrocesso eleitoral, comprometendo gravemente a democracia. | pt_BR |
| dc.subject | Terceira República; Sistema Eleitoral; Retrocesso; Modelo Eleitoral; Fraude; Sigilo do Voto; Alistamento Fraudulento; Título de Eleitor | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Os Fundamentos da Terceira República (1955-09-04) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |