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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-14T11:23:12Z | |
dc.date.available | 2025-03-14T11:23:12Z | |
dc.date.issued | 1955-09-09 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7634 | |
dc.description.abstract | Argumenta que combater o comunismo apenas por meios políticos, como a proibição do Partido Comunista, é inútil e nocivo. Ele destaca que, ao ser banido, o movimento comunista não desaparece, mas se torna subterrâneo, o que o torna mais perigoso e difícil de combater. A infiltração do comunismo em outros partidos, até mesmo no centro, é uma consequência inevitável dessa repressão, o que enfraquece a estrutura partidária e torna o movimento mais insidioso. Também defende que a democracia não favorece o comunismo, mas limita sua expansão. A democracia, ao permitir propaganda, oferece um espaço onde ideias podem se espalhar, mas isso se dá dentro de limites. Ele menciona que o comunismo teve êxito apenas em países politicamente atrasados, sem democracia ou com uma democracia fictícia, e que, na Europa Ocidental, o movimento tem importância externa, sendo um perigo internacional. No entanto, ele observa que, em países da América Latina, o comunismo representa uma ameaça interna, principalmente em nações social e politicamente atrasadas. Sugere que a verdadeira democracia, que só pode ser garantida por um sistema parlamentarista, é a forma mais eficaz de combater o comunismo. Ele conclui que os comunistas na Câmara dos Deputados se opuseram à Emenda Parlamentarista justamente por entenderem que o parlamentarismo limita sua influência e eficácia. | pt_BR |
dc.subject | Partido Comunista; Proibição; Movimento Subterrâneo; Infiltração; Partidos; Democracia; Propaganda; Expansão | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Comunismo e Democracia (1955-09-09) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |