Resumo:
Aborda diversas questões políticas em suas declarações sobre as eleições e o sistema de governo brasileiro. Ele começa comentando sobre o processo eleitoral, afirmando que as eleições transcorrerão de forma ordenada, mas com fraudes inevitáveis, principalmente no alistamento. Pilla também discute a liberdade eleitoral, reconhecendo a interferência de governos estaduais, que, embora não tenham jurisdição eleitoral, podem influenciar o voto da população. Para ele, a liberdade eleitoral varia de acordo com a mentalidade de cada governo estadual. Em relação à posse dos eleitos, Pilla destaca que, independentemente da forma de eleição, aqueles que forem verdadeiramente eleitos devem ser empossados, pois a não posse poderia ser considerada um golpe de Estado. Ele também comenta sobre o parlamentarismo, enfatizando que, embora o candidato Juarez Távora não seja parlamentarista, o PL apoiará sua candidatura, apesar das diferenças de visão. Quanto à campanha eleitoral, Pilla a vê com tranquilidade, destacando a ordem em que tem transcorrido. Contudo, ele antecipa uma possível abstenção eleitoral devido ao ceticismo da população. No que se refere à Justiça Eleitoral, ele a considera geralmente confiável, embora reconheça que, em alguns estados, o sistema ainda apresenta falhas. Apesar disso, Pilla acredita que a Justiça Eleitoral representa um avanço significativo em relação aos antigos tempos de fraude e manipulação.