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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-14T12:19:29Z | |
| dc.date.available | 2025-03-14T12:19:29Z | |
| dc.date.issued | 1955-09-30 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7650 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a essência da democracia, que deveria ser construída sobre a virtude, tanto no processo eleitoral quanto no exercício do poder. A democracia, para ser verdadeira, exige probidade e desinteresse, onde o voto dos cidadãos deve ser sincero e a vontade da maioria deve ser respeitada sem abuso de poder. O conceito de virtude é essencial, pois a democracia não pode ser apenas um processo formal, mas precisa refletir a moralidade e a ética dos governantes. Observa que, no Brasil, a virtude tem se tornado um fator negativo, sendo considerada ingenuidade, enquanto aqueles que se envolvem em corrupção e enriquecem de maneira ilícita são os que conquistam o poder. Ele aponta que, entre os candidatos à presidência, alguns são acusados de enriquecer de maneira duvidosa e se tornaram ricos com cargos públicos. Denuncia que a corrupção é vista como parte natural do sistema político, a tal ponto que aqueles que se comportam honestamente são desconsiderados. Sugere que, ao votar, mais da metade dos eleitores demonstram desprezo pela virtude e não estão preparados para praticar uma verdadeira democracia. Ele alerta que a vitória de candidatos envolvidos em práticas corruptas indicaria uma realidade triste, onde a corrupção e a falta de valores dominam o cenário político, refletindo uma democracia de amoralidade. | pt_BR |
| dc.subject | Democracia; Virtude; Processo Eleitoral; Probidade; Desinteresse; Enriquecimento Ilícito; Honestidade; Moralidade; Ética | pt_BR |
| dc.title | Republica Virtuosa... (1955-09-30) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |