Resumen:
Defende a reforma parlamentarista como solução urgente para a grave crise política brasileira. Ele esclarece que sua proposta não é movida por interesses partidários, mas pela necessidade de evitar uma intensificação da crise. A crítica ao sistema atual é evidente, destacando que o modelo presidencialista e o princípio da maioria absoluta já não são eficazes para resolver o problema sucessório, especialmente com múltiplas candidaturas em andamento. A cédula oficial poderia melhorar a legitimidade das eleições, mas não resolveria a crise de forma definitiva. Argumenta que a reforma parlamentarista suprimiria o problema sucessório, eliminando a agitação política e proporcionando estabilidade. Ele acredita que essa reforma criaria um novo ambiente político, promovendo a convergência e colaboração entre os partidos, transformando o parlamento na base da formação de governos. A reforma, para ele, representa uma "revolução pela reforma", uma mudança pacífica e construtiva, sem recorrer a golpes de Estado ou ditadura. Ele expressa urgência na implementação da reforma, destacando que a situação política do país exige uma ação imediata para evitar um futuro incerto e perigoso. Propõe que o país comece uma nova fase política, mais madura e colaborativa, capaz de conduzir o Brasil a um futuro melhor, sem as turbulências e incertezas que o modelo presidencialista continua a gerar.