Resumo:
Defende a adoção imediata da Emenda Parlamentarista como solução para a crise política e sucessória no Brasil. Ele argumenta que a reforma seria a resolução completa do problema, destacando que, embora a crise tenha origem no sistema presidencialista e na sucessão presidencial, ela é mais profunda e abrange questões mais amplas. Sugere a implementação de um regime de emergência, que poderia ser realizado por meio do parlamentarismo, sem comprometer a segurança democrática. Ele propõe que, com a instalação do sistema parlamentar, o Congresso Nacional teria a possibilidade de conceder plenos poderes ao gabinete, com a condição de que o governo permaneça sob a confiança dos representantes da Nação. A crise seria resolvida de maneira racional, sem contradições ou confusão, utilizando um sistema que fizesse a constituição de um governo responsável. Observa que, mesmo nas diversas correntes políticas, existem bons elementos dispostos a unir esforços para a salvação nacional, formando um governo de união capaz de realizar reformas urgentes, não apenas nas leis, mas também nos costumes e práticas políticas. Por fim, ele reafirma que a adoção do parlamentarismo resolveria, de forma natural e sem contradições, o grave problema político do Brasil, trazendo estabilidade e atendendo às necessidades do país.