Mostrar el registro sencillo del ítem
dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-18T17:25:19Z | |
dc.date.available | 2025-03-18T17:25:19Z | |
dc.date.issued | 1956-01-24 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7714 | |
dc.description.abstract | Critica a análise do sistema parlamentar italiano feita por C.A. Dunshee de Abranches, que o considera um "governo de assembleia" e não um verdadeiro regime parlamentar. Dunshee argumenta que o presidente da República, embora nominalmente chefe do Estado, depende do Parlamento, pois pode ser destituído por uma simples maioria absoluta de votos. No entanto, Pilla refuta essa visão, destacando que a eleição do presidente envolve uma base eleitoral mais ampla, incluindo representantes das 19 Regiões autônomas da Itália. Além disso, a exigência de dois terços de votos para a escolha do presidente fortalece sua autoridade, tornando-o menos vulnerável a uma mera maioria parlamentar. Explica que, após a eleição, o presidente é independente do Parlamento, podendo até dissolvê-lo e convocar novas eleições. Ele também aponta que a destituição do presidente só ocorre em caso de traição ou violação constitucional, o que, segundo ele, garante a estabilidade do sistema. Ao criticar Dunshee, Pilla destaca que o sistema parlamentar italiano tem sido eficaz na recuperação econômica da Itália, desafiando a ideia de que qualquer outro sistema poderia ter alcançado os mesmos resultados. Sugere que a defesa do presidencialismo leva a interpretações errôneas sobre o parlamentarismo e que, na realidade, o sistema italiano tem funcionado bem. | pt_BR |
dc.subject | C.A. Dunshee de Abranches; Sistema Parlamentar; Itália; Governo de Assembleia; Presidente da República; Parlamento; Votação | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Parlamentarismo na Itália (1956-01-24) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |