Resumo:
Critica a proposta do ministro da Guerra, que defende a concessão do direito de voto aos analfabetos para expandir a base eleitoral. Argumenta que, em vez de ampliar o número de eleitores, seria mais relevante fortalecer a educação e a consciência cívica da população. Ele ressalta que a base eleitoral não precisa ser apenas maior, mas também mais sólida, destacando que o ideal de uma democracia é ter cidadãos informados e capacitados para votar. Pilla reflete que o direito de voto não deve ser concedido a analfabetos, pois isso apenas perpetuaria o analfabetismo, e defende que o governo deveria se empenhar em cumprir os preceitos constitucionais que garantem ensino primário gratuito e obrigatório. Também critica a visão de alguns grupos, como os comunistas, que, segundo ele, buscam manipular a massa popular em benefício próprio. Conclui com uma crítica ao governo, afirmando que em vez de redistribuir recursos escassos, o foco deveria ser o desenvolvimento de uma política econômica sábia, que promova a prosperidade geral. Ele expressa preocupação com a direção do governo, considerando que a proposta do ministro pode ter objetivos políticos e não educacionais.