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Microscópio: Ditadura do Parlamento (1956-05-12)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-19T11:41:15Z
dc.date.available 2025-03-19T11:41:15Z
dc.date.issued 1956-05-12
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7762
dc.description.abstract Refuta a crítica do marechal Pedro Cavalcanti à reforma parlamentarista, em que o autor sugere que, ao concentrar os poderes legislativo e executivo no Parlamento, ocorreria uma ditadura do legislativo. Argumenta que essa visão é equivocada, pois, no sistema parlamentar, há um equilíbrio entre os poderes, com o executivo dependendo da confiança do legislativo, sem que haja uma sobreposição de um poder sobre o outro. Para sustentar sua argumentação, Pilla cita o autor Bagehot, que descreve o Gabinete como uma comissão do Parlamento, mas com poderes significativos, como o veto suspensivo e a capacidade de dissolver o Parlamento. Também menciona o constitucionalista francês Georges Burdeau, que diferencia três tipos de regime democrático: presidencialismo, parlamentarismo e o governo convencional. No sistema parlamentar, como defendido por Pilla, o equilíbrio entre os poderes é mais pronunciado, sem que o legislativo assuma o controle absoluto. Conclui que, se o sistema parlamentar fosse realmente uma forma de ditadura, ele não teria sido adotado pelas principais democracias do mundo, como o Reino Unido e o Canadá. A crítica de Cavalcanti, portanto, se aplica mais ao governo convencional, mas não ao verdadeiro sistema parlamentarista, que é eficaz e funciona bem nas democracias modernas. pt_BR
dc.subject Critica; Marechal Pedro Cavalcanti; Reforma Parlamentarista; Sistema Parlamentar; Poderes; Legislativo; Executivo; Bagehot pt_BR
dc.title Microscópio: Ditadura do Parlamento (1956-05-12) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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