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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-19T12:01:13Z | |
dc.date.available | 2025-03-19T12:01:13Z | |
dc.date.issued | 1956-05-26 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7769 | |
dc.description.abstract | Critica a recusa da maioria da Câmara dos Deputados em convocar o Ministro da Viação e Obras Públicas para explicar o aumento das taxas postais e telegráficas. Ele considera essa atitude um erro grave, que demonstra a incapacidade da representação política brasileira. A Constituição estabelece que os ministros são obrigados a comparecer perante a Câmara ou o Senado para prestar esclarecimentos, um princípio que deveria ser uma prática comum no funcionamento do sistema democrático. No entanto, na prática, esse princípio tem sido distorcido. A convocação dos ministros passou a depender da sua própria concordância, invertendo a lógica do processo e enfraquecendo a função da Câmara como órgão de fiscalização. Aponta que, ao fazerem isso, os membros da Câmara se tornam submisso ao governo, o que anula a função de representação e controle da população. A formação inadequada dos ministros, típicos do sistema presidencialista, é outra crítica de Pilla, pois muitos ministros não são capazes de justificar suas ações perante o Legislativo. No caso específico da recusa à convocação do ministro, Pilla destaca a gravidade da situação, pois o aumento das taxas afeta toda a nação, e a passividade da Câmara dos Deputados reflete um divórcio entre os representantes e os representados. | pt_BR |
dc.subject | Câmara dos Deputados; Ministro da Viação e Obras Públicas; Elevação; Taxas Postais; Taxas Telegráficas; Ato Suicida; Representação Política; Constituição; Convocação | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Divórcio (1956-05-26) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |