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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-19T12:05:47Z | |
dc.date.available | 2025-03-19T12:05:47Z | |
dc.date.issued | 1956-05-29 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7771 | |
dc.description.abstract | Analisa a contradição entre as concepções de governo do presidente Juscelino Kubitschek e do ministro da Guerra, general Henrique Lott. Kubitschek se posiciona como defensor de um regime presidencialista, conforme a Constituição, mas de forma atenuada. Em seu discurso, ele se apresenta como o Chefe da Nação, do Governo e das Forças Armadas. Por outro lado, Lott, em suas declarações, destaca o papel político das Forças Armadas, que, segundo ele, têm a responsabilidade de resolver problemas políticos difíceis. Isso revela uma grande contradição, já que a Constituição não prevê essa intervenção política das Forças Armadas. Ressalta que, apesar de Kubitschek afirmar que o regime constitucional foi restaurado com sua posse, a intervenção militar continuou a ser relevante no governo, com Lott sendo uma figura decisiva. A questão da reforma parlamentarista e a paralisia do Congresso Nacional são exemplos da atuação das Forças Armadas em assuntos políticos. A contradição entre as falas de Kubitschek e Lott indica a necessidade de uma definição clara do regime em vigor, mais baseada em fatos do que em palavras, para restaurar a confiança nacional e garantir o sucesso do programa administrativo de Kubitschek. | pt_BR |
dc.subject | Juscelino Kubitschek; Presidencialismo; Constituição; Henrique Lott; Forças Armadas; Governo; Intervenção; Contradição | pt_BR |
dc.title | Microscópio: A Definição do Regime (1956-05-29) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |