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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-19T12:11:38Z | |
dc.date.available | 2025-03-19T12:11:38Z | |
dc.date.issued | 1956-05-30 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7772 | |
dc.description.abstract | Analisa o comportamento da Câmara dos Deputados, criticando a inépcia e a falta de ação na convocação de ministros. Ele compara o sistema parlamentar e presidencial, argumentando que o parlamentarismo exige parlamentos capazes de influenciar o governo, o que não ocorre no sistema presidencialista. No presidencialismo, a independência dos poderes é limitada, especialmente para o Poder Legislativo, que, embora possa elaborar leis, carece de meios efetivos para fiscalizar o Executivo, dado o poder do veto presidencial. Destaca que a maioria da Câmara, formada para apoiar o governo, é impotente diante do Executivo, pois suas ações, como a convocação de ministros, não têm consequências diretas. Propõe a mudança para o sistema parlamentar, onde a maioria do parlamento forma o governo e pode destituir ministros ou até mesmo o próprio governo, algo impensável no sistema atual. Ele sugere que, com esse poder, a Câmara teria a capacidade de convocar ministros para questioná-los, como no caso do ministro da Viação e Obras Públicas, sobre a elevação das taxas postais e telegráficas. Para Pilla, essa mudança teria um impacto mais profundo e positivo na composição das futuras Câmaras, o que poderia melhorar a representatividade e a eficácia política. A reforma do sistema de governo, portanto, se mostra uma solução para os problemas enfrentados pela Câmara e pela governança no Brasil. | pt_BR |
dc.subject | Câmara dos Deputados; Inépcia; Sistema Presidencialista; Sistema Parlamentar; Independência; Poder Executivo; Poder Legislativo; Veto Presidencial | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Com a Mesma Câmara (1956-05-30) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |