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Microscópio: Cosme e Damião (1956-06-14)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-19T12:43:41Z
dc.date.available 2025-03-19T12:43:41Z
dc.date.issued 1956-06-14
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7783
dc.description.abstract Aborda a questão da Polícia como um reflexo de problemas políticos mais amplos na sociedade. Destaca que, apesar de mudanças na estrutura ou organização policial, o comportamento da polícia depende diretamente da índole e da orientação dos governantes que a comandam. Utiliza o exemplo de Cosme e Damião, dois policiais que, inicialmente, representavam uma reforma na polícia, mas que, com a mudança de chefia e do espírito que orientava as autoridades, passaram a adotar comportamentos violentos, como espancar estudantes e parlamentares. A reflexão central do texto é que a polícia, independentemente de sua estrutura, funciona como um instrumento do poder governamental, e seu comportamento depende da forma como esse poder é exercido. Aponta que, sob chefias irresponsáveis, a polícia pode se tornar um agente de arbitrariedade e violência, desvirtuando a função de proteção da sociedade. Mesmo quando a organização policial é eficaz, ela pode ser corrompida se seus líderes e a política vigente forem falhos. Conclui que a verdadeira questão não está na estrutura da polícia, mas sim na política que orienta sua atuação, e sugere que a mudança de atitude requer mais do que simples reformas, demandando uma transformação mais profunda no governo e nas autoridades responsáveis. pt_BR
dc.subject Polícia; Instrumentos; Governo; Autoridades; Mudança; Chefia; Violência; Política; Cosme e Damião; Reforma; Arbitrariedade; Sociedade pt_BR
dc.title Microscópio: Cosme e Damião (1956-06-14) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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