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Reflete sobre a questão da supressão de partidos pequenos, destacando que essa medida é vista por muitos como necessária para a melhoria do cenário político, mas sem uma argumentação sólida que a sustente. Aponta que a existência de pequenos partidos não é, por si só, o principal fator de crise política, como alegam seus opositores. Embora reconheça que alguns desses partidos sejam apenas uma fachada para candidaturas comerciais, ele ressalta que outros têm programas ideológicos legítimos e seguem rigorosos preceitos de moral política. Para ele, a exclusão de bons partidos pequenos em nome dos maus seria uma insensatez. Além disso, Pilla critica a ideia de que os grandes partidos são, por sua magnitude, necessariamente bons, argumentando que muitos deles são heterogêneos e contêm grupos que corrompem a coletividade, algo que também acontece com os pequenos. Defende a importância de verdadeiros partidos políticos, e não meras organizações eleitorais. Expressa sua posição pessoal a favor da manutenção dos partidos pequenos, considerando-os vitais para a democracia. Ele afirma que, mesmo que o seu próprio partido, o Libertador, fosse suprimido, ele aceitaria a decisão com serenidade e retornaria à sua atividade de magistério, onde acredita ser mais útil para a coletividade. |
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