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Microscópio: O Legislador Supremo (1956-07-19)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-19T13:58:44Z
dc.date.available 2025-03-19T13:58:44Z
dc.date.issued 1956-07-19
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7800
dc.description.abstract Analisa o veto presidencial no Brasil e suas consequências para o sistema político. Segundo ele, o veto não é um direito irrestrito, pois a Constituição exige que a medida seja justificada por inconstitucionalidade ou por contrariedade aos interesses nacionais. No entanto, Pilla argumenta que a interpretação dessa contrariedade tem sido excessivamente ampla, permitindo que o presidente da República vete projetos de lei apenas por discordar de seu conteúdo, sem considerar se há real impacto nos interesses fundamentais da nação, como a independência, a liberdade ou a sobrevivência do país. A Constituição brasileira exige que os vetos sejam baseados em critérios claros e objetivos, mas a prática tem mostrado que o presidente utiliza o veto com grande facilidade e sem a devida justificativa. O Congresso Nacional, em vez de rejeitar os vetos, muitas vezes os aprova, o que reforça a concentração de poder nas mãos do Executivo. Critica o conformismo do Congresso e observa que a interpretação abusiva do veto tem levado à subversão do regime democrático, tornando o presidente o legislador supremo. Ele destaca que, em vez de ser um mecanismo de segurança, o veto tem se tornado um obstáculo à legislação, com consequências negativas para a separação de poderes e para o processo democrático. pt_BR
dc.subject Sistema Político; Constituição; Inconstitucionalidade; Interesses Nacionais; Poder Executivo; Congresso Nacional; Contrariedade; Interpretação; Abuso pt_BR
dc.title Microscópio: O Legislador Supremo (1956-07-19) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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