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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-19T14:22:34Z | |
| dc.date.available | 2025-03-19T14:22:34Z | |
| dc.date.issued | 1956-08-01 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7808 | |
| dc.description.abstract | Discute a situação política e a incapacidade do governo atual para lidar com a crise brasileira. A crítica central se dirige à falência da liderança do governo e à divisão da autoridade, especialmente com o Ministro da Guerra, General Lott, ganhando mais poder do que o próprio Presidente Juscelino Kubitschek. O líder da União Democrática Nacional, Afonso Arinos, concorda com a análise e acrescenta que a proposta de Etelvino Lins, de criar um plano de salvação nacional pela oposição, é impraticável. O governo, segundo Arinos, não possui nem a capacidade nem a autoridade para implementar tal plano, tornando essa sugestão um esforço fútil. Em vez disso, ele propõe que os partidos majoritários elaborem um programa de salvação e o submetam à oposição para fiscalização, sem assumir o papel de governo, mas colaborando para a execução do plano. Pilla argumenta que, no sistema presidencialista, a incapacidade do governo em governar leva a uma situação paradoxal, onde mudanças eficazes só poderiam ocorrer em um sistema parlamentarista. Nesse sistema, seria possível formar um governo de salvação nacional sem que o Presidente perdesse seu cargo, permitindo maior flexibilidade e eficiência. Contudo, a situação é complexa, e a presença de Lott como obstáculo impede qualquer solução simples, refletindo a crise estrutural do regime presidencialista brasileiro. | pt_BR |
| dc.subject | Etelvino Lins; Afonso Arinos; Juscelino Kubitschek; Governo; Incapacidade; Crise Brasileira; Plano de Salvação; Ministro da Guerra; General Lott | pt_BR |
| dc.title | Pedra no Caminho (1956-08-01) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |