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Microscópio: Fato é Fato (1956-08-12)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-20T11:20:43Z
dc.date.available 2025-03-20T11:20:43Z
dc.date.issued 1956-08-12
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7813
dc.description.abstract Discute a validade dos fatos e critica a postura do general Henrique Lott diante das denúncias apresentadas pelo deputado Raimundo Padilha. Ele argumenta que, embora um fato possa ser interpretado de diferentes formas, sua existência não pode ser negada quando devidamente comprovado. Destaca que é prudente questionar a idoneidade das fontes, mas uma vez verificado, o fato se torna independente da pessoa que o revelou. Pilla rejeita a justificativa de Lott, que recusou analisar as denúncias sob o argumento de que Padilha não tinha autoridade moral. Para ele, essa atitude representa uma injustiça contra o deputado e, mais do que isso, um desrespeito ao Congresso Nacional. Ele ressalta que, ao ser levantada na Câmara dos Deputados, a questão deixa de ser um problema pessoal e passa a ser de interesse coletivo. Além disso, Pilla alerta para os riscos de ignorar fatos incômodos, pois a negação da realidade não os faz desaparecer. Ele enfatiza que, se o ministro da Guerra valoriza o regime constitucional, não pode simplesmente desconsiderar denúncias fundamentadas feitas dentro do Congresso. Dessa forma, ele reforça que o foco não deve ser a credibilidade do acusador, mas sim a necessidade de examinar os fatos e esclarecer a verdade. pt_BR
dc.subject Fatos; Validade; Independência; General Henrique Lott; Deputado Raimundo Padilha; Denúncias; Injustiça; Desrespeito pt_BR
dc.title Microscópio: Fato é Fato (1956-08-12) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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