Resumo:
Imagina um cenário em que o Congresso Nacional rejeite a lei contra a imprensa, atualmente em discussão. Ele sugere que, diante dessa rejeição, poderia ocorrer uma revolução ou um golpe de Estado. Contudo, Pilla minimiza a gravidade desses acontecimentos, afirmando que nenhum seria mais grave do que a situação atual. Se fosse um golpe, ele seria apenas mais um na sequência de eventos políticos desde novembro anterior. O golpe seria direto, sem disfarces, mas não necessariamente mais nocivo do que outros anteriores. Também considera a possibilidade de uma revolução, mas tranquiliza o leitor ao afirmar que seria uma revolução pacífica, feita por um poder constituído, que poderia não dispor de forças militares para se defender. A revolução, segundo Pilla, seria uma restauração do verdadeiro papel do Congresso, que, na sua visão, está atualmente subordinado ao Executivo. Ele vê a oportunidade de o Congresso recuperar sua autoridade e restaurar as relações naturais entre os poderes, como parte da democracia. Além disso, Pilla destaca que as condições atuais são favoráveis para que o Congresso assuma uma posição de liderança, contando com o apoio da opinião pública. Para ele, esta é uma chance única, onde o risco de uma revolução seria mínimo, mas o impacto positivo, significativo. Em sua análise, o Congresso deveria aproveitar esse momento para restaurar a soberania popular e resgatar sua dignidade.