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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-20T12:16:30Z | |
| dc.date.available | 2025-03-20T12:16:30Z | |
| dc.date.issued | 1956-09-14 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7830 | |
| dc.description.abstract | Critica a fraude eleitoral no Brasil, especialmente a questão do eleitorado fantasma, que consiste em eleitores fictícios ou inexistentes. Essa fraude compromete a base do sistema representativo, que deve ser constituída por cidadãos reais. Argumenta que, embora outras fraudes, como a manipulação de votos ou pressão sobre eleitores, sejam sérias, nenhuma se compara à fabricação de eleitores inexistentes, que representa uma ameaça direta ao funcionamento da democracia. Destaca a ação positiva da Câmara dos Deputados, que reconheceu a gravidade do problema e decidiu invalidar títulos eleitorais antigos, com o objetivo de evitar a perpetuação dessa fraude. Contudo, Pilla expressa preocupação com a decisão do Senado, que, ao emendar o texto da Câmara, sugeriu que títulos antigos viciados poderiam ser utilizados para validar a identidade dos eleitores. Para ele, essa emenda do Senado representa a continuidade da fraude, agora legitimada. Apela para que a Câmara dos Deputados mantenha sua posição e rejeite a emenda do Senado, defendendo a integridade do processo eleitoral e a autoridade do Poder Legislativo. Para ele, a luta contra a fraude eleitoral deve ser persistente, a fim de preservar a confiança nas instituições democráticas. | pt_BR |
| dc.subject | Fraude; Alistamento Eleitoral; Eleitorado Fantasma; Sistema Representativo; Cidadão; Câmara dos Deputados; Títulos Eleitorais | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Sobrevivência de Fantasmas (1956-09-14) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |