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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-20T12:19:02Z | |
| dc.date.available | 2025-03-20T12:19:02Z | |
| dc.date.issued | 1956-09-15 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7831 | |
| dc.description.abstract | Critica a violação constante da Constituição Brasileira, especialmente em relação aos direitos dos brasileiros naturalizados. A Constituição de 1934, que está prestes a completar seu décimo aniversário, é descrita como um documento frequentemente desrespeitado, não apenas nas questões mais sensíveis envolvendo o exercício dos poderes e direitos fundamentais, mas também em suas disposições mais pacíficas. Um exemplo claro de violação é o tratamento discriminatório contra brasileiros naturalizados, que sofrem diversas restrições legais e constitucionais. A Liga Pró-Direitos dos Brasileiros Naturalizados aponta a existência de mais de cinquenta restrições, tanto na Constituição quanto em leis ordinárias e decretos, que impedem esses cidadãos de exercerem diversas atividades. Por exemplo, um brasileiro naturalizado não pode lecionar geografia ou história do Brasil, não pode ser membro da diretoria de cooperativas e nem pode atuar na distribuição de jornais, entre outras limitações. Critica esse comportamento como uma forma de "nativismo", que, segundo ele, não é um verdadeiro nacionalismo, mas sim uma negação dele. Argumenta que o verdadeiro nacionalismo deve ser inclusivo e capaz de integrar elementos estrangeiros, como demonstrado pela ascensão dos Estados Unidos. Para Pilla, o nativismo que prevalece no Brasil é um reflexo de um país fraco e impotente, incapaz de aproveitar a diversidade para crescer. | pt_BR |
| dc.subject | Constituição; Violação; Brasileiros Naturalizados; Discriminação; Revolução de 1930; Grandeza; Estados Unidos | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Nativismo e Nacionalismo (1956-09-15) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |