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Critica a violação constante da Constituição Brasileira, especialmente em relação aos direitos dos brasileiros naturalizados. A Constituição de 1934, que está prestes a completar seu décimo aniversário, é descrita como um documento frequentemente desrespeitado, não apenas nas questões mais sensíveis envolvendo o exercício dos poderes e direitos fundamentais, mas também em suas disposições mais pacíficas. Um exemplo claro de violação é o tratamento discriminatório contra brasileiros naturalizados, que sofrem diversas restrições legais e constitucionais. A Liga Pró-Direitos dos Brasileiros Naturalizados aponta a existência de mais de cinquenta restrições, tanto na Constituição quanto em leis ordinárias e decretos, que impedem esses cidadãos de exercerem diversas atividades. Por exemplo, um brasileiro naturalizado não pode lecionar geografia ou história do Brasil, não pode ser membro da diretoria de cooperativas e nem pode atuar na distribuição de jornais, entre outras limitações. Critica esse comportamento como uma forma de "nativismo", que, segundo ele, não é um verdadeiro nacionalismo, mas sim uma negação dele. Argumenta que o verdadeiro nacionalismo deve ser inclusivo e capaz de integrar elementos estrangeiros, como demonstrado pela ascensão dos Estados Unidos. Para Pilla, o nativismo que prevalece no Brasil é um reflexo de um país fraco e impotente, incapaz de aproveitar a diversidade para crescer. |
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