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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-20T12:42:49Z | |
| dc.date.available | 2025-03-20T12:42:49Z | |
| dc.date.issued | 1956-07-04 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7839 | |
| dc.description.abstract | Analisa a crise do regime político brasileiro, com um diagnóstico que diverge da visão do jornal O Estado de São Paulo. Para Pilla, a origem dos problemas está no presidencialismo, um sistema de governo “imperfeitamente democrático” e “praticamente irresponsável”, que contribui para a degradação da vida pública. Ele acredita que a substituição do presidencialismo pelo parlamentarismo poderia melhorar o cenário político, pois atacaria as causas estruturais da crise. Já O Estado de São Paulo adota uma visão mais pessimista, sugerindo que a troca de regime não resolveria os problemas, já que a raiz está nos homens que ocupam o poder, e não no sistema político em si. Segundo o jornal, a falta de educação e a má formação das elites e da população tornariam qualquer regime problemático. Pilla, por sua vez, argumenta que o problema é mais profundo e remonta a tempos anteriores à Ditadura Vargas. Ele defende que a "enfermidade republicana" tem origens muito mais antigas, surgindo com o presidencialismo e se agravando com a ditadura, mas não sendo causada exclusivamente por ela. Aponta que a falência do regime não é fatalista e que, com a mudança de sistema, seria possível reverter a crise. A análise sugere que a continuidade da crise se deve à persistência dos problemas estruturais do país. | pt_BR |
| dc.subject | Crise; Regime; Presidencialismo; Governo; Democracia; Responsabilidade; Degradação; Vida Pública; Parlamentarismo; Ditadura; Getúlio Vargas | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Enfermidade Republicana (1956-07-04) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |