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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-27T13:35:26Z | |
| dc.date.available | 2025-03-27T13:35:26Z | |
| dc.date.issued | 1956-11-09 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7862 | |
| dc.description.abstract | Denuncia, em tom crítico, a postura do Congresso Nacional, que estaria em um processo de suicídio político por meio de sucessivas abdicações de sua autoridade. Segundo ele, desde 11 de novembro, o Congresso tem cedido constantemente, inicialmente por medo de ser fechado, mas depois por uma inércia que compromete sua própria existência. Mesmo após a posse de Juscelino Kubitschek, quando se esperava uma retomada da constitucionalidade, o Parlamento continuou a abrir mão de seu poder. A mais recente demonstração desse comportamento foi a recusa da Câmara dos Deputados em convocar o ministro da Viação, responsável por uma portaria que cerceou a liberdade das emissões radiofônicas. Tal decisão violava o direito constitucional à livre manifestação do pensamento, mas, ainda assim, a maioria parlamentar votou contra a convocação, por 120 votos a 57. Argumenta que, mesmo sem poder destituir o ministro, o Congresso deveria, ao menos, reafirmar sua capacidade de fiscalização. Ao recusar esse papel, a Câmara demonstra não ter mais consciência de sua própria função, permitindo que o poder efetivo a considere morta. Encerra ressaltando que a defesa da liberdade é a razão de ser dos parlamentos, e ao renunciar a esse dever, o Congresso já não se justifica como instituição democrática. | pt_BR |
| dc.subject | Congresso Nacional; Suicídio Político; Abdicações; Autoridade; Juscelino Kubitschek; Constitucionalidade; Parlamento; Câmara dos Deputados | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Mania Suicida (1956-11-09) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |