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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-27T13:39:54Z | |
| dc.date.available | 2025-03-27T13:39:54Z | |
| dc.date.issued | 1956-11-10 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7864 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a advertência de São Paulo aos Coríntios, que alerta aqueles que creem estar de pé para que tomem cuidado com a queda. Explora essa metáfora, destacando que não basta parecer firme, pois há perigo tanto para quem realmente está de pé quanto para quem apenas acredita estar. Ele enfatiza que a ilusão de estabilidade pode ser ainda mais perigosa do que a instabilidade real. Quem de fato se mantém de pé tem consciência do esforço necessário e dos riscos que enfrenta. Já aqueles que apenas acreditam estar seguros, sem o estarem de fato, encontram-se em uma posição ainda mais frágil, como um doente em delírio, que imagina ter forças, mas está prestes a sofrer uma queda fatal. A advertência de São Paulo, segundo Pilla, parece ser dirigida com mais força aos iludidos do que aos realmente estáveis. Isso ocorre porque a consciência do perigo permite precaução, enquanto a ilusão de segurança leva à imprudência. Assim, sugere que muitos se julgam sólidos e inabaláveis, mas na verdade estão prestes a cair, justamente por não reconhecerem sua vulnerabilidade. A reflexão de Pilla transcende o sentido religioso da epístola e se aplica à política e à sociedade, alertando para o risco das falsas seguranças, que podem levar a quedas inevitáveis. | pt_BR |
| dc.subject | São Paulo; Coríntios; Advertência; Queda; Ilusão de Estabilidade; Instabilidade; Consciência; Esforço; Riscos; Segurança | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Olhe Que Não Caia... (1956-11-10) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |