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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-27T13:52:20Z | |
| dc.date.available | 2025-03-27T13:52:20Z | |
| dc.date.issued | 1956-11-27 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7870 | |
| dc.description.abstract | Aborda a proibição de pronunciamentos políticos por militares, destacando a medida do governo após os excessos do coronel Nemo Canabarro. Reconhece a necessidade de regular as manifestações políticas dos militares da ativa para manter a disciplina e a ordem, mas questiona a extensão dessa proibição aos militares reformados e da reserva. Para ele, essa medida seria inconstitucional, pois fere os direitos civis garantidos pela Constituição. Argumenta que, enquanto os militares da ativa devem cumprir as normas disciplinares, os reformados e da reserva, que são cidadãos, devem ter seus direitos plenos de participação política respeitados. Destaca que o serviço militar obrigatório altera a natureza do Exército, tornando-o composto por cidadãos, e que, uma vez fora da ativa, os militares recuperam sua condição de cidadãos plenos, com os direitos que isso implica. Critica a doutrina do ministro da Guerra, que busca impor restrições também aos militares da reserva, sugerindo que isso transformaria o Brasil em um "imenso quartel", algo que não condiz com o regime republicano e democrático. Em sua visão, a medida do governo é excessiva e contrária ao espírito republicano, pois limita direitos fundamentais de cidadãos que já cumpriram seu dever militar. | pt_BR |
| dc.subject | Proibição; Pronunciamentos Políticos; Militares; Ativa; Reforma; Reserva; Governo; Excesso; Ministro da Guerra; Disciplina; Constituição; Direitos | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Um Imenso Quartel (1956-11-27) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |