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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-27T14:00:57Z | |
| dc.date.available | 2025-03-27T14:00:57Z | |
| dc.date.issued | 1956-12-04 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7874 | |
| dc.description.abstract | Critica a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à independência dos Poderes da União, conforme estabelecido pela Constituição. Ele faz referência a uma declaração recente do STF sobre a inconstitucionalidade de uma lei do Congresso Nacional, que alterava o Código de Processo Civil. Reconhece o zelo do STF em defender a sua independência, mas questiona a sua postura diante de situações passadas. Ele lembra que, durante um regime de força, o STF não se posicionou contra o poder espúrio que depôs presidentes da República, preferindo, em sua visão, ceder ao poder. Para Pilla, o STF tinha condições de resistir à violência política, pois seus membros são vitalícios e inamovíveis, podendo apenas ser aposentados, o que não impediria sua independência. Argumenta que a atuação do STF no caso recente, ao se opor ao Congresso, é contraditória e põe em risco o equilíbrio entre os Poderes. Ele esclarece que, segundo a Constituição, a elaboração dos regimentos internos dos tribunais é competência dos próprios tribunais, mas que o direito processual é matéria de competência do Congresso Nacional. Considera a posição do STF como uma subversão, pois submeter a lei processual ao regimento interno do Tribunal, em sua opinião, seria mais grave do que sobrepor uma lei ordinária à Constituição. | pt_BR |
| dc.subject | STF; Independência; Poderes; União; Constituição; Congresso Nacional; Código de Processo Civil; Regimento Interno | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: O Regimento Segue a Lei (1956-12-04) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |