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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-27T14:07:26Z | |
| dc.date.available | 2025-03-27T14:07:26Z | |
| dc.date.issued | 1956 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7877 | |
| dc.description.abstract | Refuta a proposta de Medeiros Neto que defende a redução do número de partidos pequenos. Pilla, presidente do Partido Libertador, considera a tese de Medeiros Neto improcedente e inoportuna, destacando que, embora sua posição possa ser vista com viés por representar um partido pequeno, a crítica também se aplica aos partidos grandes, que não são isentos de falhas. Argumenta que a proposta de eliminar partidos pequenos é injusta, pois, embora alguns partidos menores possam ser criticáveis, os grandes frequentemente contêm frações condenáveis e não podem ser considerados "verdadeiros partidos". Vê essa ideia como uma ameaça à democracia, pois a supressão de partidos pequenos sufocaria correntes legítimas de opinião. Para ele, tal medida seria antidemocrática, pois a pluralidade política é essencial para a representatividade. Além disso, Pilla considera que a proposta seria inconstitucional, uma vez que violaria o princípio da representação proporcional estabelecido pela Constituição. Ele defende que, para a existência de partidos verdadeiros, é necessário permitir a formação de partidos pequenos, que podem crescer ao longo do tempo, enquanto os partidos fúteis desapareceriam naturalmente após algumas legislaturas. Dessa forma, Pilla reforça a importância da pluralidade e da preservação da liberdade política no sistema democrático. | pt_BR |
| dc.subject | Tese Medeiros Neto; Partido Pequeno; Partido Libertador; Injusta; Antidemocrática; Constituição; Representação Proporcional | pt_BR |
| dc.title | Não Se Pode Suprimir Os Pequenos Partidos (1956) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |