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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-27T14:10:05Z | |
| dc.date.available | 2025-03-27T14:10:05Z | |
| dc.date.issued | 1956-12-07 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7878 | |
| dc.description.abstract | Discute a questão da quantidade de partidos políticos em diferentes sistemas democráticos. Ele começa destacando que países como a Inglaterra e os Estados Unidos operam com apenas dois grandes partidos: o Conservador e o Trabalhista, na Inglaterra, e o Democrático e o Republicano, nos EUA. Observa que, embora seja mais fácil para um regime representativo funcionar com apenas dois partidos, isso não significa que seja melhor. Para ele, a essência da democracia está na diversidade de ideias e na representação plural das várias correntes de pensamento político, algo que não pode ser alcançado com apenas dois partidos. Argumenta que a formação de partidos políticos deve ser natural e espontânea, surgindo e desaparecendo conforme as condições políticas e sociais de cada país, e que a ideia de limitar o número de partidos seria prejudicial à democracia. Ele compara o contexto da Inglaterra, onde os partidos surgem sem restrições legais, com o cenário brasileiro, onde a limitação de partidos poderia ser vista como um atentado à liberdade de expressão política. Na Inglaterra, por exemplo, o Partido Liberal já foi o maior, mas foi substituído pelo Partido Trabalhista, mostrando como as dinâmicas políticas podem evoluir ao longo do tempo, sem a necessidade de restrições legais que limitem a participação de diferentes correntes de opinião. | pt_BR |
| dc.subject | Inglaterra; Partidos; Conservador; Trabalhista; Estados Unidos; Democrático; Republicano; Democracia; Regime Representativo; Opinião Política; Partidos Políticos | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Democracia de Cabos Eleitorais (1956-12-07) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |