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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-27T14:26:43Z | |
| dc.date.available | 2025-03-27T14:26:43Z | |
| dc.date.issued | 1956-09-18 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7883 | |
| dc.description.abstract | Faz uma reflexão crítica sobre a Constituição de 18 de setembro de 1946, destacando sua importância histórica como marco do restabelecimento da democracia e do fim do período ditatorial no Brasil. No entanto, ele ressalta que, apesar de sua promulgação representar um avanço significativo para o país na época, a Constituição de 1946 não é mais válida ou eficaz no contexto atual. Pilla afirma que, embora o texto constitucional ainda esteja formalmente em vigor, a prática política do país, marcada por graves violações e distorções, contradiz os princípios fundamentais da Constituição. Ele critica a comemoração do dia da Constituição, argumentando que, em vez de ser uma celebração de um regime vivo e funcional, ela representa a comemoração de um documento "morto". Para Pilla, a Constituição de 1946, que deveria ser um sistema político dinâmico e vigente, foi transformada em um texto estático, que não reflete mais a realidade política do Brasil. Ele denuncia a hipocrisia de celebrar uma Constituição que foi desrespeitada e substituída por um regime que não condiz com os ideais pelos quais foi criada. Conclui que a comemoração deveria ter um caráter histórico, e não político, pois o sistema que os constituintes imaginaram já não está mais em vigor. | pt_BR |
| dc.subject | Constituição; Setembro de 1946; Regime Ditatorial; Democracia Representativa; Golpe de Estado; Significação Política; Atentados | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Comemoração Fúnebre (1956-09-18) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |